sexta-feira, junho 24

Expedientes

O meu pc resolveu tirar umas férias. Foi só por isso que não cumpri a minha penitência, Sofia.
Nos tempos que correm temos de usar alguns estratagemas para nos desenrascarmos. Contaram-me ontem este:

Cheguei hoje a casa e descubro que estão quatro ladrões a roubar carros na garagem. Telefono à polícia. Dizem que agora não podem vir, não há viaturas disponíveis. A necessidade aguça o engenho. Passados dois minutos telefono novamente. Senhor guarda, já não precisa de vir. Já matei os ladrões. Dez minutos depois aparecem dois carros da polícia e uma ambulância, cercam o prédio e acabam por prender os ladrões.
Então o sr. não tinha morto os ladrões?
Então o sr. não podia vir?

7 comentários:

CA disse...

Há alguns meses ao chegar ao meu prédio estava cá fora um senhor a dizer que lhe tinha parecido ver alguém com um objecto (uma arma?) a tentar entrar na garagem. Telefonou à polícia enquanto eu e ele esperávamos cá fora. Dez a quinze minutos depois havia polícia por todo o lado, incluindo um agente com uma shot gun. Seriam 8 a 10 agentes. Entraram na garagem, verificaram as imediações. Não encontraram nada mas chegaram rapidamente e em força.

Noutro apartamento onde morei, noutro concelho: quando o prédio estava em obras ouço alguém a andar nos andaimes e a bater-me à janela. Vou ver e dou de caras com um agente fardado que me pede para entrar em minha casa e atravessá-la até à entrada. Digo-lhe que sim e vou ver o que se passa. Já havia vários agentes no prédio. Vou descendo as escadas sozinho e com cuidado. Alguns pisos abaixo dou de caras com um homem com mau aspecto e armado. Levanta a arma e diz-me que é da polícia, o que confirmo rapidamente pelas comunicações com outros agentes fardados. Os agentes estavam a usar telemóveis pessoais para comunicar entre eles. Ainda acompanho alguns agentes até ao terraço. Balanço final: alguém do prédio em frente tinha visto uma pessoa a andar nos andaimes (depois fiquei com a impressão que terá sido o filho do meu vizinho de cima que resolveu ver como seria andar nos andaimes) e chamou a polícia. Apareceram quatro agentes fardados e um à paisana.

Em nenhum dos casos foi preciso inventar nada e até nem terá havido grande fundamento. Em ambos os casos a polícia apareceu rapidamente, com a força que entendeu e verificou que estava tudo bem.

Quanto à estratégia do post, não só pode ter o efeito do menino que gritava "Lobo!" como no fundo faz um upgrade ao passar de perigo de destruição de património para perigo de vida de pessoas. Se a polícia não tivesse meios preferia que desse prioridade à segurança das pessoas sobre a segurança dos bens.

Espectro #999 disse...

É precisamente desses engenhos que este povo precisa.

Inté.

on disse...

Gritar Lobo era dizer que os ladrões queriam matar todas as pessoas do prédio. Aqui ...

on disse...

Isto é uma anedota. Mas ...

sofia disse...

Nesse caso, a penitência agrava-se... hmmm... deixem-me pensar... pode ser... Um comentário sério e outro não sério, em cada artigo do MEU blog, começando no "Definitivamente". Não sei de nada. Eu cumpri a minha parte. Sei que é uma penitência atroz, mas, meu amigo... é a vida. :)

on disse...

Temos de negociar isso...

Anónimo disse...

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