segunda-feira, junho 5

Wilde Oscar 3

É a confissão, não o padre, que dá a absolvição.

9 comentários:

Teresa Durães disse...

No caso do catolicismo, não. No protestanismo, sim.

Noutras religiões nem tal existe.

MaDi disse...

A absolvição de Wilde é limpar a consciência. E de facto é quando se confessa que se limpa a consciência. O que importar é confessar, não interessa é a quem...

Manuel disse...

:)))))))!!!

Teresa Durães disse...

No Budismo não há esse problema (Wilde não chegou aí? ooohhhhh) porque a filosofia chega maaaaiiiis longe.....

Teresa Durães disse...

(ah, isto não era um post para meditar, era para engolir, desculpem...)

on disse...

Cara Teresa,
OW fala por hiperboles, acho eu. Extrema um pouco as coisas. Eu subscrevo a posição da Madi. Mas concordo consigo que a reflexão de OW só faz sentido no universo cristão.

on disse...

Coo é possível que no catolicismo a absolvição seja obtidade uma forma e no protestantismo da forma oposta. O Deus é o mesmo,não é?
Não me parece razoavel ficar na superficialidade das leis.
Talvez se possa levar a discussão um pouco mais fundo...

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