sexta-feira, julho 22

Causalidade


Olá,
Eu fico indignada com estas situações...
porque os querem, se os vão abandonar na próxima ocasião em que não os possam levar? Que egoismo...
Adoram-os quando são pequeninos, fazem gracinhas e depois deixam-os na estrada mais longe, para que não voltem ...
e morram de fome, sede e cansaço...
Será que estes donos não pensam que um dia o feitiço se pode voltar contra o feiticeiro...
e serem abandonados num local qualquer, sem terem ninguém que lhes dê a mão???
Que indignação....
Belo tema...

Reproduzo acima um comentário da Xau sobre este artigo artigo do WebClub.
Será que o facto de tratarmos mal uma pessoa ou um animal aumenta a probabilidade de o mesmo nos vir a acontecer mais tarde?
As pessoas acreditam que é assim?
Porquê?

16 comentários:

1111 disse...

As pessoas gostariam que fosse assim.

sofia disse...

Mas É assim! E a justificação é óbvia:
Qem maltrata animais e/ou pessoas, é um ser incompleto, desequilibrado numa, ou em várias, áreas da sua vida. Toda a gente sabe que pessoas más, que agridem outros seres gratuitamente, não conquistam simpatias. São as primeiras a ser preteridas, em favor das boas, das que nos inspiram confiança. É natural que, mais cedo ou mais tarde, acabem vítimas de uma crueldade com os contornos da sua. Como sou boazinha, não faria sentido concluir com um "e ainda bem que assim é". E, muito sinceramente, preocupo-me sempre mais com a protecção das vítimas, do que com a punição dos agressores. Até um dia...

sofia disse...

Há um Renku em curso, não sei se sabem...

on disse...

Pois está. Está aqui.
E vale a pena ir lá ver o trabalho da Sofia e da M.

wind disse...

Porque é revoltante o que fazem agora aos animais e dá vontade de fazer o mesmo a quem o faz.

O Setúbal disse...

A tua interpretação é pouco caridosa. As frases em negrito podem ser interpretadas como uma lembrança de que na base de um acto justo está a capacidade de nos colocarmos no lugar de outro.
No entanto, e contra o que acima disse, aqui o "outro" é um animal de outra espécie e pode-se argumentar (neste caso, eu não!) que aqui tal capacidade não passe de fantasia.

MaDi disse...

Eu andava distraída à espera de posts, e vocês entretidas no renku.
Podias ter-me avisado antes, sofia.
:)

O Setúbal disse...

Respondendo às perguntas (apesar de não gostar da tua interpretação): a probabilidade de sermos maltratados não aumenta se maltratarmos UMA pessoa (mas há uma ponderação aqui: se for o primeiro ministro, admitindo que é pessoa,a probabilidade aumenta;se for o Mike Tyson também,ou talvez já fosse 1 à partida). Se maltratarmos
várias pessoas a probabilidade aumenta pelas razões que a Sofia já apresentou (apesar do exagero idealista).

1111 disse...

As pessoas que abandonam animais sabem fazê-lo sem dar nas vistas. Abandona-se o cão bem longe. O cão "desapareceu". Coitado do dono, gostava tanto do cão...

Quem acaba mal são pessoas como o on, suficientemente ingénuas para levantar estas questões

sofia disse...

Desculpa, Madi.Pensei que andavas com a mosca... :)
O setubal, elucide-me, por favor: que eu apresentei apesar do exagero idealista, como se o exagero idealista pudesse impedir-me de apresentar, ou que eu apresentei de uma forma exageradamente idealista?

O Setúbal disse...

O que a Sofia apresentou com clareza foi que um desequilíbrio numa àrea importante da vida como é a atitude para com os animais
pode ter efeitos mais vastos. A nota idealista parece-me ser o pressuposto
que "quem maltrata os animais e/ou pessoas " são os outros. Mas de facto somos nós.

sofia disse...

SOMOS, O setubal? :) É ser idealista, acreditar que há quem não seja capaz de tal barbaridade? Em que aspecto é que EU maltrato animais e/ou pessoas, O setubal?

O Setúbal disse...

Compungido emendo o que disse: eu maltrato animais e/ou pessoas (eu e mais alguns mas não digo nomes).
Ainda ontem esborrachei um peixinho de prata entretido a comer uma página de "Os Possessos" onde o protagonista diz "Ouçam este pensamento profundo: somos todos culpados" (ou outra treta semelhante; não tenho o livro à mão).Também já sequei algumas esponjas. Quanto a pessoas gosto de contrariar o ON!
Mas agora vou tentar ir ao encontro dele.Dificuldade das pessoas com a
causalidade: nos anos 90, no Michigan,um homem ganhou um processo em tribunal por perdas e danos consideráveis porque , segundo afirmava, uma colisão na traseira do seu carro tinha-o tornado homossexual.

sofia disse...

Mas contrariar o ON, não é maltratar pessoas! É apenas uma atitude saudável, desejável, e até um sinal evidente de uma inteligência muito acima da média! O ON existe para ser contrariado, atrevo-me a acrescentar. :))).

Anónimo disse...

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Anónimo disse...

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