terça-feira, março 15

A pedofilia nunca existiu

Ao que parece grande parte das acusações contra os intervenientes no caso apito dourado vão cair porque a juíza não teve tempo de ouvir as gravações e autorizou a sua continuação, o que é ilegal. É assim que se passam as coisa num estado de direito democrático. Não troquemos porém o essencial pelo acessório. Como é possível encarregar uma juíza de um caso que envolve dezenas de pessoas e mantê-la em mais dois processos? Como é possível que Rui Teixeira estivesse sózinho a tratar de um processo extremamente complexo, enfrentando uma dúzia de advogados muito mais experientes e pagos a peso de ouro?
Como é possível que os polícias que despoletaram o caso apito dourado tenham sido enviados para o fim do mundo? Quando é que vão ser condecorados? Quando é que o estado português os indemniza e lhes pede desculpa?
Num estado de direito democrático todos temos direito à inocência até prova em contrário. Mas será que vivemos realmente num estado de direito democrático? Suponhamos que um político influente é acusado de um crime e não é condenado. Nas circunstâncias presentes, podemos daí deduzir que foi vítima de uma conspiração ou de um engano com tal certeza que arrisquemos voltar a votar nele? Infelizmente para o próprio, não estou certo que a resposta seja sim.

3 comentários:

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