quarta-feira, fevereiro 1

É tão simples fazer um filme excepcional...

Barry Lyndon, de Stanley Kubrick, foi um dos filmes que mais me marcou. Tentei vê-lo uma segunda vez durante anos. Quando finalmente o consegui, já estava datado.
Allen Stewart Königsberg foi a Londres fazer o Barry Lyndon do século xxi. Quando era miúdo, dava pelo nome de Woody Allen.
Só um génio consegue reinventar-se aos setenta. Match Point!

4 comentários:

O Setúbal disse...

Se o Barry Lindon já estava datado à segunda, já estava datado à primeira. Não sabias era a data!
Arrisco a hipótese que, antes, compreendias profundamente o filme, e, depois, tendo ficado mais "correcto", deixaste de o compreender.
É um dos filmes mais emocionantes que já vi.( Quantos vi? Bons, na ordem dos poucos milhares). A cena de sedução que ele(o K.) vai tornando cada vez mais lenta até transformá-la numa espécie de transe!
Com contrastes destes como é que queres que vá ver o filme do Woody ex-Annie Hall?

on disse...

Ninguém ficou mais surpreendido do que eu com o novo Woody Allen. Eu nem queria ir ver o filme...

lino disse...

É APARENTEMENTE simples. Se fosse simples não haveria filmes excepcionais.

on disse...

Eu disse que era "simples". Não disse que era facil:)